sexta-feira, 30 de setembro de 2016
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Harry Potter

Desde pequena fui habituada a ler, a ler muito. Não só por incentivo dos meus pais, que me davam livros, mas também por gosto pessoal e pela vontade de viajar.
Ler sempre foi um escape. Uma forma de esquecer o mundo e viajar no meu, a cada frase lida era muito simples imaginar-me no que estava a ler. Visualizar tudo o que lia ajudava-me a fixar imagens, daí até para estudar fazia esquemas de tudo e durante as provas visualizava os esquemas que eu própria concebia.
Com o passar do tempo a leitura foi ficando um bocado para trás, não por perda de gosto, mas por falta de tempo. Quando passamos para a nossa própria casa, as responsabilidades são outras e isto aliado ao acumular de dois trabalhos, não é fácil de todo.
Com o intuito de mudar esses hábitos, a minha agenda passou a ter um espaço para leitura. É-me completamente impossível organizar-me sem agenda. Ando sempre com ela atrás para ir apontando o que me vai chegando à memória. Com o passar do tempo ando a ficar completamente senil, a verdade é essa. Outra coisa que me assustava na falta de leitura, era a falta de vocabulário, o uso de apenas palavras simples numa qualquer conversa, e isso irritava-me solenemente.
Desde pequena que devorava os livros do Harry Potter, sei lá, chamem-me o que quiserem, mas os livros são pura magia. Imaginar a escadaria de acesso aos dormitórios é simplesmente divinal. É todo um mundo mágico que me transporta directamente para lá. Não me falem dos filmes. Para além de não terem nada a ver, não retratam a magia lida.
Isto para vos dizer, que ando a ler o último livro, aliás, não é bem livro. Não é escrito em prosa, é um guião de uma peça de teatro que estreou em Londres. A crítica não foi nada favorável mas eu estou a gostar, não tanto como dos outros, o entusiasmo não é o mesmo, mas existe ali o Harry Potter, apesar de esperar outra coisa.
Tive pena de já não estar em Londres quando a peça estreou, mas também não sei se valerá a pena. A leitura continua a transportar-me para as cenas e daí achar que deve ser extremamente complicado a recriação em cenário de teatro, mas com o Harry Potter, tudo é possível.
Uma coisa é certa, quando tiver um filho, o afecto pela leitura vai-lhe ser transmitido desde cedo. E a colecção dos livros do Harry Potter estará à espera dele.
dramas familiares #3
De manhã, pela fresca:
- Viste a minha t-shirt branca?
(Respiro muito fundo, tem 39768 t-shirt brancas)
- Qual delas?
- Aquela que uso para treinar.
(Respiro muito fundo, das 39768, 350000 são de treino)
- Tens imensas de treino, não sei do que estás a falar deixa-me dormir!
- Mas isso anda pelas tuas mãos.
Epah, não aguentei. Fui aos arames. Então eu já ponho a roupa a lavar, já estendo, já recolho e já dou a ferro. Queres ver que ainda tenho de a ir por no armário por cores? (ARMÁRIO DELE!)
P.S- A t-shirt estava no cesto DELE pronta a ir para o armário, há para aí 30000 anos!
- Viste a minha t-shirt branca?
(Respiro muito fundo, tem 39768 t-shirt brancas)
- Qual delas?
- Aquela que uso para treinar.
(Respiro muito fundo, das 39768, 350000 são de treino)
- Tens imensas de treino, não sei do que estás a falar deixa-me dormir!
- Mas isso anda pelas tuas mãos.
Epah, não aguentei. Fui aos arames. Então eu já ponho a roupa a lavar, já estendo, já recolho e já dou a ferro. Queres ver que ainda tenho de a ir por no armário por cores? (ARMÁRIO DELE!)
P.S- A t-shirt estava no cesto DELE pronta a ir para o armário, há para aí 30000 anos!
O loft
Começou a ouvir-se falar em Loft, em Nova York, em regiões industriais decadentes, como o Soho. Um loft não é mais do que uma reciclagem desses espaços, que agora já nem reciclagem é, e são projectados mesmo assim. Adiante, têm como principal característica um pé-direito alto, grandes envidraçados e vãos enormes livres (típico de uma fábrica). Eu que sempre adorei este tipo de arquitectura, dou por mim a ver imagens e cheia de ideias, já que tenho uma casa para reabilitar e apetece-me isto, mesmo. Talvez o pé-direito não seja o ideal, mas a ver vamos o que se consegue arranjar.
Segue a inspiração:







quarta-feira, 28 de setembro de 2016
do Outono

Sempre gostei do Outono. Gosto da chuva a cair, da lareira acesa, uma manta, um chá e um livro. Gosto de novos recomeços, gosto de planear mudanças que vêm com a própria mudança natural da estação. Outono é tempo de arrumar o Verão, arrumar a roupa fresca e organizar a quente que nos conforta nas baixas temperaturas.
Dou por mim a ouvir música clássica, a tentar organizar o tempo e sobretudo a cabeça que anda tão cheia de tudo. Não têm sido tempos fáceis, por minha culpa. Perco demasiado tempo com o fútil, mas sou constantemente vencia pela inércia.
Tanto para fazer e tão pouca vontade.
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